Para acabar o ano letivo em beleza, nada melhor do que um belo de um peddypaper pelas ruas da Lixa, que te vai pôr a rolar, correr, observar, perguntar, saltar, cantar e algumas coisas mais, também acabadas em ar… mas que para já, não são para divulgar! É uma prova divertida, que decorrerá no próximo dia 7 de junho, pela manhã, cujo objetivo é aliar a diversão à aplicação de conhecimentos, mas tudo sem pressas. Até lá!
Semana Diferente.
É um facto, a tão propagada proposta de uma Semana Diferente, designemo-la assim, tem gerado enorme espectativa nas hostes do 10ºD e 10ºE e, inclusivamente, sobressalto com as publicações neste sítio de internet. É natural! E o que se espera desta Semana Diferente? Acima de tudo, aprender a conviver e a lidar com a novidade, numa palavra: autonomia.
Esta Semana Diferente decorrerá entre os dias 19/20 a 26/27 de junho, no Parque de Campismo de Caminha, situado na mata do Camarido, na Vila de Caminha. Contará com a presença de dois professores e, por questões logísticas, estará limitada a 20 alunos.
Nestes dias de acampamento, é suposto que os alunos cumpram uma rotina diária e uma série de atividades pré-atribuídas, que passam por jogos didáticos, representações teatrais e musicais, jogos desportivos, exploração da natureza e culinária, numa dinâmica de grupo que promove a referida autonomia.
O transporte dos alunos até ao Parque de Campismo deverá acontecer de automóvel próprio (com possibilidade de divisão de custos da viagem pelos alunos transportados por um encarregado de educação responsável) ou de comboio (Caide – Campanhã – Caminha). A estimativa de custos está disponível na seguinte tabela e inclui o transporte, estadia e a alimentação.
Esta atividade, em fase de preparação, desenvolve-se em etapas que estão expressas no seguinte cronograma:
Assim, para que tenhamos uma melhor noção dos reais alunos interessados (ou com possibilidade de participar), disponibilizamos um documento que somente serve para obter uma verdadeira noção da recetividade dos encarregados de educação sobre esta proposta de atividade. Este documento deverá ser entregue pelos respetivos alunos ao professor dinamizador e em nada compromete o encarregado de educação.
O avanço do mar.
Surgiram nestas duas últimas semanas várias notícias de teor ambiental na imprensa, aparentemente avulsas, mas extremamente interligadas. Falamos concretamente da apresentação do documentário Vale do Tua - um ecossistema em perigo iminente, que regista os momentos finais de um rio que deixará de o ser após a construção da barragem de Foz-Tua, e do alerta do hidrobiólogo Adriano Bordalo e Sá, que aponta culpas às barragens pela falta areia nas praias nacionais.
Refere o cientista, a título de exemplo, que «o rio Douro tem na sua bacia hidrográfica em Portugal e em Espanha mais de 50 barragens. Há 60 anos estima-se que a quantidade de areia transportada era na ordem dos dois milhões de toneladas por ano e agora, 60 anos depois, o caudal sólido está reduzido a 250 mil toneladas».
Ora, a consequência deste fenómeno foi bem visível no extremo norte da nossa costa ocidental, em Moledo, onde a redução do cordão dunar acontece em frente ao forte da Ínsua, num local onde, em fevereiro de 2011, o mar chegou a ameaçar um moinho convertido em habitação e outras habitações. Felizmente, dois anos relativamente calmos de reposição parcial de areia na praia, que aconteceu de forma natural, acabaram por evitar o agravamento da situação que, caso contrário, «teria comido a duna primária e tínhamos a água do mar a entrar em casas».
Felizmente, em Moledo, ainda existe uma duna primária que importa preservar e que desempenha uma importante ação na defesa da linha de costa. Na verdade, é absolutamente horrível o verificável em certas localidades, cuja duna primária foi totalmente destruída e a solução encontrada para o avanço do mar, foi a construção de esporões. Ora, como a estreita faixa dunar é alimentada pelas correntes marítimas que transportam materiais e areias (de norte para sul na costa ocidental e de oeste para este na costa algarvia), uma estrutura do género provoca uma acumulação de areia em apenas um dos lados, e um recuo da costa no outro.
Assim, a solução para o avanço do mar deverá recair na preservação das dunas primárias e, necessariamente, na facilitação da sua alimentação natural, com o transporte de areias por parte dos rios.
Fontes: Jornal Público em 12-5-2013 / Diário de Notícias em 11-5-2013 / Rostos de Portugal, Porto Editora
Fotogramas de um sábado diferente.
Lembramos-nos e reduzimos numa espécie de exercício de estilo, a essência do passado sábado diferente no Parque Biológico de Gaia. As fotografias e o balanço já existiam, mas faltava esta memória em jeito de ponto final.
Abril sem águas mil.
A série de dados climatológicos fornecidos pela estação meteorológica da ESL, relativa ao mês de abril, apresenta-se incompleta por não apresentarem os dois primeiros dias do mês.
O mês de abril apresentou uma média de temperaturas na casa dos 13,7ºC, ocorrendo o valor máximo nos dias 24 de 25, com o valor coincidente de 32,8ºC, e o valor mínimo no dia 3 com 1,6ºC. O vento soprou predominantemente de NO e ESE, com uma velocidade média de 32,3 km/hora.
Refira-se que o mês de abril alternou entre temperaturas baixas e alguma precipitação inicial, com valores de temperatura elevada e tempo seco, fruto da predominância de ventos do quadrante este.

Um mundo para explorar com o Geocaching!
Estás cansado de olhar para o mural das outras pessoas e ver fotos suas a passear no hipermercado, a estender a roupa ou a lavar os dentes? Estás farto de fazer compulsivamente “likes” sempre que este botão te aparece no ecrã? De 5 em 5 minutos consultas o teu mural na ânsia de novos comentários sobre 23ª foto que publicaste, num só dia!, a propósito da tua fantástica viagem à padaria para comprar pão logo pela manhã? Então, definitivamente, este conselho é para ti: arruma um programa de GPS para o teu telemóvel, salta para a rua, apanha sol e parte à procura de pistas escondidas pela comunidade Geocaching.
O que é o Geocaching? É simples: regista-te no site do Geocaching, nele descobre as pistas que existem numa determinada área e obtém as suas coordenadas de latitude e longitude; depois segue para o campo e descobre a “cache”, sem te esqueceres de a repor no seu local inicial; depois é só registares a tua descoberta no site do Geocaching. Simples!
O site da comunidade Geocaching está repleto de informação, inclusivamente em português, com uma série de folhetos e vídeos muito úteis. Fica aqui um que sintetiza toda a ideia deste passatempo desportivo ao ar livre. Bons “caches”!


